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Directiva de retorno vai a votos

Directiva de retorno vai a votos
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O Parlamento Europeu vota, hoje, mais um conjunto de medidas para travar a imigração ilegal. A chamada “directiva de retorno” é vista como um instrumento de regulação das políticas de imigração comum aos 27 Estados-membros, numa altura em que se estima existirem cerca de oito milhões de clandestinos na europa.

Para o Vice-Presidente da Comissão Europeia, Jacques Barrot, responsável pela pasta da Justiça, Liberdade e Segurança a directiva vai ao encontro de uma Europa que enfrenta os problemas de migração de forma equilibrada, ou seja, uma Europa aberta que rejeita a situação de desordem que não beneficia ninguém.

Opinião diferente têm os 39 imigrantes ilegais, em greve de fome nos arredores de Bruxelas, que receberam ordem de expulsão.

A esquerda unitária, os verdes e a maioria dos socialistas estão contra a directiva. Um dos pontos mais polémicos prende-se com alargamento do prazo de detenção.

Um eurodeputado refere que “18 meses de detenção são uma barbaridade, principalmente porque depois de 72 horas é impossível identificar um imigrante.”

O projecto de lei prevê, ainda, a possibilidade de expulsão de menores não acompanhados e a recusa de entrada no território da União Europeia por um período que pode chegar aos cinco anos.