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Suécia quer maior controlo da informação

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As chamadas telefónicas, os emails e os sms’s poderão passar a ser interceptados pelas autoridades suecas. A proposta apresentada pelo governo de centro-direita vai ser votada no Parlamento esta quarta-feira, mas não está isenta de críticas. A opinião pública é a maior contestatária do novo programa de vigilância electrónico. Uma posição partilhada pela esquerda para quem a medida coloca em causa as liberdades individuais.

O ministro da Defesa sueco, Sten Tolgfors, justifica o novo sistema com as actuais ameaças entre elas o terrorismo, acrescentando, que permite ainda proteger os cidadãos suecos que se encontram em missões internacionais.

A aprovação do projecto de lei, que prevê monitorizar o tráfego da internet e as telecomunicações está, no entanto, dependente dos parlamentares da oposição.

O deputado, Sven Bergstrom, diz tratar-se de uma decisão difícil já que a ideia do aumento da vigilância não agrada a ninguém. Ainda, assim, adianta, o partido de centro tem vindo a chamar a atenção para a necessidade de proteger os direitos individuais.

O projecto de lei dá carta branca à FRA – Agência de Escutas Militares suecas, que ficou conhecida por vigiar a União soviética durante a guerra fria. Actualmente, a agência limita-se a interceptar mensagens por ondas terrestres.