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Confrontos entre facções rivais no Líbano deixam mais longe entendimento para um Governo de União Nacional

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Confrontos entre facções rivais no Líbano deixam mais longe entendimento para um Governo de União Nacional

Confrontos entre facções rivais no Líbano deixam mais longe entendimento para um Governo de União Nacional
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Após várias horas de acalmia, a violência regressou a Trípoli instalando o medo na população civil. Os incidentes registaram-se entre militantes sunitas partidários da maioria e alauitas, um grupo dissidente xiita, mas fiel ao movimento de oposição Hezbollah.

Os confrontos surgem numa altura em que ainda não há a formação de um governo de união nacional previsto no acordo de Doha, assinando no passado dia 21 de Maio, e que pôs fim a seis meses de vazio na liderança do Estado libanês.

Na noite de domingo, as duas facções já se tinham enfrentado nos bairros de Bab al-Tebbaneh e Jabl Mohsen, a Norte de Trípoli. O balanço foi de quatro mortos e 33 feridos.

Num incidente separado, Imad Yassin, um dos líderes da facção islamita Jund Al-Sham, ficou gravemente ferido numa tentativa de assassínio com bomba, num campo de refugiados palestiniano a Sul do Líbano.