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Vílnius quer adiar encerramento da central de Ignalina

Vílnius quer adiar encerramento da central de Ignalina
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A Lituânia não quer fechar a central nuclear de Ignalina e vai organizar um referendo nesse sentido. A central, do mesmo tipo que a de Chernobyl, produz 70% da energia que a Lituânia consome. O seu encerramento, uma das condições da adesão da Lituânia à União Europeia, está previsto para o final de 2009.

Mas o parlamento lituano votou, por uma larga maioria, a favor de um referendo para adiar o encerramento da central. O referendo deverá realizar-se a 12 de Outubro, em simultâneo com as eleições legislativas lituanas.

A consulta popular não terá valor vinculativo, mas servirá de arma de pressão face a Bruxelas, a quem Vílnius pede mais tempo.

A Lituânia está em negociações com a Polónia e os outros vizinhos bálticos, para a construção de uma nova central, mais moderna, mas que não estará operacional antes de 2015.

Até lá, Vílnius receia que o encerramento de Ignalina provoque um aumento dos preços e uma forte dependência energética face a Moscovo.