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Rei belga não aceita demissão de primeiro-ministro Leterme

 Rei belga não aceita demissão de primeiro-ministro Leterme
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O rei da Bélgica, Alberto II, não aceita a demissão do primeiro-ministro Ives Leterme e encarregou três personalidades políticas de encontrar um caminho sério para o debate sobre os temas que agitam o país.

Ives Leterme, democrata cristão flamengo, à frente de um governo de unidade de 5 partidos, tinha apresentado a demissão na segunda-feira, quatro meses depois de ter tomado posse.

Não origem da demissão esteve o fracasso em conseguir um acordo sobre a reforma do Estado, capaz de reconciliar flamengos e francófonos.

O palácio real anunciou que o monarca pediu a dois políticos francófonos e ao ministro-presidente da comunidade germanófona para apresentarem garantias que permitam o reinício credível das discussões sobre a reforma do Estado.

O vice-primeiro-ministro, Dedier Reynders, que chegou a ser apontado como um dos sucessores de Ives Leterme, referiu que não será em Agosto que os problemas serão resolvidos, face à elevada tensão em que o país está mergulhado.

A crise política faz parte do quotidiano da Bélgica desde as eleições de Junho do ano passado.

Os flamengos, que representam 60 % da população pretendem mais autonomia para a sua região, a Flandres. Os valões não estão dispostos a abdicar de certos direitos.