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Rei nomeia 3 mediadores para solucionar a crise política

 Rei nomeia 3 mediadores para solucionar a crise política
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Afinal, o primeiro-ministro belga permanece no cargo e terá de encontrar forma de se entender com os cinco partidos da aliança governamental.

O pedido de demissão de Yves Leterme foi recusado pelo rei Alberto II da Bélgica. O monarca nomeou um trio de mediadores que têm até ao final do mês para encontrar uma solução para a crise política que a Bélgica atravessa há mais de um ano.

Nenhum dos mediadores escolhidos pelo rei é flamengo, mas isso parece não preocupar o principal partido da flandres e da Bélgica:

“Isto quer dizer que agora é a vez dos francófonos assumirem as suas responsabilidades, uma coisa que andamos a pedir há muito tempo. Depois, também não podemos adiar mais as coisas porque os mediadores têm de entregar o seu relatório até ao fim de Julho”, afirmou Marianne Thyssen, líder do CDV, o partido cristão-democrata da Flandres.

Com apenas 2 semanas para encontrar uma solução para a crise, os mediadores já meteram mãos à obra e visitaram o vice-primeiro ministro:

“A mediação vai dar um pouco de calma para que, de cabeça fria, seja possível relançar o diálogo entre as comunidades. Se no fim de Julho tivermos uma proposta concreta para a organização deste diálogo, isso irá permitir voltarmos ao trabalho na rentrée”, explicou Didier Reynders.

60% da população belga é flamenga. Uma comunidade que depois de 167 anos de convivência pacífica está agora de costas voltadas com os francófonos. Mais rica, a Flandres quer, duma vez por todas, deixar de sustentar a Valónia.