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McCainn delega a artilharia pesada das críticas a Palin

McCainn delega a artilharia pesada das críticas a Palin
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John McCainn enterrou ontem o machado de guerra para se apresentar como o candidato de todos os norte-americanos descontentes, a dois meses das presidenciais.

No discurso frente à convenção republicana, o antigo combatente investido candidato do partido, não atacou Bush nem Obama. Sarah Palin, a nova recruta, é agora quem comanda a artilharia pesada de críticas ao rival democrata.

Para McCainn foi altura de mudar de armas, para falar de paz e mudança, com um programa político, mistura de gíria militar e canção de protesto. “Peço-vos que combatam a meu lado. Que combatam pelo melhor para o nosso país. Que combatam pelos ideais e a força de carácter de um povo livre. Que combatam pelo futuro dos nossos filhos. Que combatam pela justiça e oportunidades para todos. Mobilizem-se para defender o nosso país dos nosso inimigos. Mobilizem-se por cada um de nós. Mobilizem-se todos”.

Se Palin mobilizou um público à partida conquistado, McCainn parece querer ir mais longe na posição de “dissidente”, ou reformista, ao afirmar estar pronto a estender a mão aos políticos democratas, caso seja eleito.

A mudança de McCainn, mesmo com cicatrizes, parece assemelhar-se demasiado à de Obama. Os dois candidatos saiem da batalha das convenções com um empate nas sondagens a 42%.

A inexperiência de um em política internacional e de outro em temas económicos promete confrontos mais violentos nos próximos dias.