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Presidente do FMI investigado devido a caso amoroso

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Em plena crise financeira mundial, o presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, é alvo de um inquérito sobre eventual abuso de poder no quadro de um caso amoroso com uma funcionária.

A investigação interna está a suscitar mau estar no interior da organização pelo facto de nem todos os membros do conselho de governadores do FMI terem estado a par. Alguns apenas terão tido acesso à informação através do Wall Street Journal.

Críticos internos referem que os membros conhecedores pretendiam usar a informação como arma política em disputas sobre fundos. A justificação oficial é a de que se pretendia proteger a intimidade das pessoas envolvidas.

A investigação diz respeito à relação amorosa do presidente com uma dirigente sénior de origem húngara chamada Piroska Nagy. O inquérito vai tentar apurar se houve abuso na atribuição de benefícios à subordinada que já não trabalha na instituição.

Um episósio que se poderá assemelhar ao caso que provocou o afastamento do governador do Banco Mundial, Paul Wolfovitz, há 15 meses.