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França e Reino Unido mobilizados pela resolução do conflito na RDC

 França e Reino Unido mobilizados pela resolução do conflito na RDC
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Londres e Paris levam os esforços diplomáticos ao coração do conflito na República Democrática do Congo.

Apesar da França estar disposta a apoiar militarmente as forças da ONU no território, a União Europeia considerou prematuro o envio de tropas e decidiu-se pelo envio de apoio humanitário.

O anúncio foi feito por Bernard Kouchner, depois de um encontro com o presidente congolês em Kinshasa, acompanhado por David Miliband.

Os chefes da diplomacia de França e do Reino Unido deslocaram-se depois a Goma, capital da província do Norte-Kivu.

À chegada, Kouchner disse que pretende “compreender como é que neste sítio, depois de tantos esforços dos congoleses, da comunidade internacional e concretamente da Europa, não se alcançou a paz e a estabilidade. Como é que, de refugiado em refugiado e de campo em campo, centenas de milhares de pessoas estão numa situação insuportável”.

A região na fronteira com o Ruanda foi o placo dos conflitos entre exército e rebeldes, que Kinshasa acusa de serem apoiados por Kigali.

Apesar do cessar-fogo, os combates deixaram centenas de milhares de deslocados, muitos aglomerados em Goma, ameaçados pela fome, pela sede e pelas doenças.

Louis Michel classificou ontem a situação de “catastrófica”. Em Kinshasa, o comissário europeu para a Ajuda Humanitária disse, no entanto, que os presidentes congolês e ruandês estão abertos ao diálogo para resolver a crise.