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Pânico leva a nova debandada na República do Congo

 Pânico leva a nova debandada na República do Congo
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Depois da derrota face à rebelião o exército congolês entrega-se, sem apelo nem agravo, a pilhagens e cobranças na maioria das vilas do país. Esta situação ajudou à escalada do pânico entre os populares. As populações continuam a ser atacadas e a fugir. A situação é confusa e as forças militares congolesas e rebeldes trocam acusações.

Laurent Nkunda, líder dos rebeldes, afirma estar a defender o povo. Quando um repórter lhe pergunta se se dirige para Kinshasa. Nkunda responde que esse é o seu dever porque os congoleses e o Congo estão sob ameaça em termos económicos, políticos e de segurança.

Vários ministros dos Negócios Estrangeiros da UE falam em “Catástrofe humanitária” enquanto, a guerra no terreno continua a alastrar.

O conflito no Congo é alimentado por ódios étnicos, uma herança do genocídio de 1994, que fez meio milhão de mortos tutsi, e das guerras civis, que levaram os países vizinhos a uma corrida aos recursos minerais do país, entre eles o ouro. Os combates entre o exército congolês e as forças rebeldes intensificaram-se em Agosto e fizeram já 250 mil deslocados.