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Comemorações do 90° aniversário do fim da Grande Guerra

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O presidente francês, Nicolas Sarkozy, ao lado da mulher, Carla Bruni e na presença do príncipe Carlos e do presidente da comissão europeia, Durão Barroso, presidiu nesta terça-feira às cerimonias do aniversário do armistício da guerra de 1914-18, em Verdun, na França.

Sarkozy escolheu para as celebrações do armistício de 11 de Novembro o forte de Douaumont, o local da sangrenta batalha de Verdun de 1916, onde, durante 300 dias e 300 noites de combates de Fevereiro a Dezembro, foram lançados 26 milhões de granadas de artilharia dos obuses.

“Neste 11 de Novembro de 2008, em que os ódios se extinguiram, o espírito de vingança desapareceu, aqueles que tanto combateram entre si já não desejam dominar o outro, chegou o tempo de honrar todos os mortos sem excepção.” – Salientou o presidente em exercício da União Europeia.

Os 90 anos do armistício foram celebrados um pouco por todo o lado. Na Bélgica, o príncipe Filipe presidiu à comemoração.

Os impérios da Europa Central (Alemanha, Império Austro-húngaro, Império Otomano) e a Bulgária viram-se confrontados pelo jogo das alianças à “Triple Entente” (Rússia, França e Grã-Bretanha) e a Itália a partir de Maio de 1915. A entrada na guerra do Japão, e sobretudo dos EUA, em 1917, fizeram do conflito o primeiro de cariz mundial.
A ilusão de uma guerra curta dissipou-se no Outono de 1914 com o fracasso das primeiras grandes ofensivas. A Rússia recuou para Leste até 1917, com a Revolução de Outubro, levando ao armistício de Brest-Litovsk, a 3 de Março de 1918.

Em Londres, três dos quatro britânicos vivos que combateram na I Guerra Mundial estiveram na cerimónia.

Na Polónia, milhares de cidadãos saíram para as ruas em memória do dia em que voltaram a ter soberania depois de mais de 120 anos debaixo do jugo da Rússia e do Império Austro-Húngaro.

O presidente Lech Kaczynski convidou a chanceler alemã, Angela Merkel, para a cerimónia do armistício.