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Brinquedos chineses ainda não são seguros

Brinquedos chineses ainda não são seguros
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Ainda não é este Natal que todos os brinquedos serão seguros. A China não está à altura das expectativas, lamenta Bruxelas, na primeira reunião tripartida sobre a segurança dos produtos entre a Europa, os Estados Unidos e China. Meglena Kuneva, comissária para a protecção dos Consumidores, é clara: “Continuamos exigentes, continuamos vigilantes, tal como as autoridades chinesas. Porque o mercado ainda não nos dá aquilo que esperamos, em termos de segurança.”

A China produz 60% dos brinquedos vendidos no mundo. O que, em 2007, representou 22 mil milhões. Apesar dos controlos efectuados, as autoridades chineses admitem que ainda há falhas, na segurança dos brinquedos. Mas o vice-ministro para a Supervisão da qualidade apela também às empresas detentoras dos brinquedos, para que “colaborem estreitamente com os fabricantes, ao nível da concepção, a fim de que estes respeitem as normas.” No encontro, os três participantes decidiram também harmonizar as regras de segurança de todos os brinquedos e aumentar o intercâmbio de informação, não só com a China, mas também entre a Europa e os Estados Unidos. Os três blocos deverão voltar a encontrar-se em 2009, para garantir “uma colaboração continuada e sustentável”.