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Cúpula de Barceló domina nova sala do Conselho dos Direitos do Homem

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Cúpula de Barceló domina nova sala do Conselho dos Direitos do Homem

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Foi inaugurada a nova sala do Conselho dos Direitos do Homem, no Palácio das Nações, em Genebra, na Suíça. O rei Juan Carlos entregou a obra ao secretário-geral da ONU, depois de Espanha ter financiado a renovação, da responsabilidade do pintor espanhol Miquel Barceló.

O artista criou uma cúpula marinha e galáctica que pretende ser o símbolo da multitude de povos.

O secretário-geral da ONU recordou a importância dos direitos humanos para manter a paz mundial e fomentar o desenvolvimento sustentável. Para Ban Ki-moon é um grande orgulho inaugurar a sala nas vésperas do 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

A renovação total da sala custou 20 milhões de euros, financiados por fundos públicos e privados espanhóis. A origem de uma parte do dinheiro está envolta em polémica, mas o rei Juan Carlos preferiu dizer que “não há nada melhor do que a arte para exprimir em linguagem universal os valores, os princípios e as missões da ONU relacionadas com o ser humano e o mundo”.

A renovação da sala, rebaptizada “Sala dos direitos do Homem e da aliança das civilizações”, demorou dois anos. Miquel Barceló criou uma cúpula que muda de perspectiva de acordo com o ângulo de visão. No total gastou 35 toneladas de tinta, através de uma técnica impressionante de aplicação e que leva alguns diplomatas a duvidar da solidez das estalactites.