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Combates prosseguem no Taj Mahal

 Combates prosseguem no Taj Mahal
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Sem remorsos provocaram um banho de sangue na capital financeira indiana, Bombaim. 48 horas depois o terror ainda não terminou.

Eleva-se a 155 mortos e mais de 327 feridos o balanço dos 10 ataques levados a cabo por vários comandos. Pelo menos 17 vítimas mortais são estrangeiras.

A batalha das forças de elite indianas prossegue no hotel Taj Mahal. Já no Oberoi-Trident e no complexo religioso judaico as autoridades eliminaram as ameaças.

No interior do Taj Mahal permanecem pelo menos 6 homens armados com espingardas automáticas Ak-47 e granadas de fabrico chinês.

Dezenas de cadáveres foram encontrados nos locais sitiados.

À medida que se aproxima o final das acções terroristas, surge o desgosto dos familiares das vítimas e as acusações políticas.

A acção foi reivindicada pelo pouco conhecido grupo Mujaedines do Decão. As autoridades indianas suspeitam de que os atacantes são de origem paquistanesa.

Islamabad nega envolvimento e oferece auxílio. Chegou mesmo a enviar o chefe dos serviços secretos à Índia.

Responsáveis ocidentais evocaram a pista da rede da Alqaida.