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Tensão entre a Índia e o Paquistão

Tensão entre a Índia e o Paquistão
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A Índia determinada a reforçar a luta contra o terrorismo numa altura em que a tensão aumenta entre Nova Deli e Islamabad.

As investigações sobre a proveniência dos terroristas islâmicos na origem dos ataques orientam-se o grupo Lashkar-e-Taiba, um dos movimentos islamistas clandestinos paquistaneses que afirma lutar contra a “ocupação” indiana de Caxemira e contra as alegadas perseguições da minoria muçulmana da Índia.

Pratibha Patil, a presidente da India anunciou essa determinação e diz que está pronta a efectuar os esforços necessários para fazer face à ameaça agindo conjunto com a comunidade internacional.

Um assaltante de 21 anos foi detido em Bombaim durante os ataques, confessou aos investigadores que todos os terroristas chegaram do Paquistão e foram treinados pelo Lashkar-e-Taiba.

O ministro do Interior indiano, Shivraj Patil, demitiu-se sentindo a obrigação assumir a “responsabilidade moral” dos ataques de 25 de Novembro que causam duas centenas de mortos.

A reacção dos comandos indianos aos atentados interveio nove horas e meia depois do início dos ataques, “lenta “ segundo critica a imprensa nacional. A população emerge lentamente das horas de terror.

“Continuamos assustados e isso afecta a vida de toda a gente, particularmente as crianças em casa, porque as crianças estiveram expostas a esta situação mais de sessenta horas e estão traumatizadas”, explica uma residente de Mombaim.

Em Mombaim multiplicam-se as cerimónias de homenagem aos mortos. Os familiares dos 20 miltares abatidos pelos terroristas prestam-lhes a última homenagem.