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Dia dos direitos do Homem marcado pela detenção de dissidentes na China

Dia dos direitos do Homem marcado pela detenção de dissidentes na China
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Volvida a trégua olímpica, as autoridades chinesas não parecem festejar o dia internacional dos direitos do Homem. A polícia deteve seis dos 300 signatários de uma petição onde vários intelectuais chineses exigiam pela primeira vez mais liberdade e reformas democráticas no país. Centenas de pessoas manifestaram-se esta manhã em Pequim contra a falta de resposta do governo a milhares de casos de expropriação de terrenos ou desaparecimento de dissidentes.

Várias organizações denunciam os casos no país de internamento de opositores em hospitais psiquiátricos e a utilização da tortura contra dissidentes no Tibete. Em toda a Europa os 60 anos da declaração universal dos direitos humanos foi assinalado com várias manifestações, de Genebra, a Berlim. Na presença de responsáveis da Amnistia Internacional, a Chanceler alemã e o ministro dos negócios estrangeiros exigiram à China a libertação de todos os opositores, entre os quais Liu Xiaboo detido esta manhã.