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Alta abstenção obriga a segunda volta nas presidenciais eslovacas

Alta abstenção obriga a segunda volta nas presidenciais eslovacas
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A fraca mobilização dos eleitores este sábado levou a decisão sobre quem será o próximo chefe de Estado da Eslováquia para a segunda volta, agendada para o dia 04 de Abril.

De acordo com os resultados definitivos, a taxa de abstenção foi de 56%, contra 52,8% na primeira volta das presidenciais de 2004. A fraca mobilização poderá vir a comprometer as aspirações do presidente cessante e candidato à sua sucessão Ivan Gasparovic. O chefe de Estado foi o mais votado com 46,7% dos votos. Iveta Radicova foi a segunda mais votada com 38% dos sufrágios, muito acima dos 30% que lhe davam as sondagens. Para os analistas, a ex-ministra do Trabalho, dos Assuntos Sociais e da Família poderá beneficiar com os votos dos eleitores que não votaram nesta primeira volta e dos que votaram nos outros cinco candidatos à presidência. Apenas 1,6 milhões dos mais de quatro milhões de eslovacos inscritos nas listas eleitorais se deslocaram às urnas. Estas presidenciais são vistas como um teste à popularidade do primeiro-ministro Robert Fico, apoiante incondicional do presidente cessante Gasparovic, que conta com o apoio dos três partidos da coligação governamental. Iveta Radicova, que já fez história ao ser a primeira mulher a chegar à segunda volta de uma eleição presidencial neste antigo país comunista, extremamente conservador, teve o apoio de três partidos da oposição.