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Credores da GM recusam trocar dívida por acções

Credores da GM recusam trocar dívida por acções
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A General Motors está mais próxima da falência. Os credores institucionais recusam-se a trocar as obrigações, num valor total de 27 mil milhões de dólares, por uma participação de 10% na empresa reestruturada.

A GM precisa de reduzir as dívidas em 90% para poder levar a cabo esta reestruturação. A um de Junho termina o prazo para o gigante automóvel apresentar soluções, antes de abrir falência. No entanto, os analistas acreditam que a falência não significa o fim do grupo e deve dar origem a uma nova empresa, tal como aconteceu com a Chrysler. As vendas da rival de Detroit mantiveram-se estáveis em Abril, mesmo depois do anúncio da falência, o que mostra confiança dos consumidores nas palavras optimistas do presidente Barack Obama. A Chrysler, reestruturada, vai ser integrada na Fiat.
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