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Pequim envia tropas para Urumqi

Pequim envia tropas para Urumqi
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Pequim mobilizou um contingente militar de milhares de homens para tentar restaurar a ordem em Urumqi.

Após três dias consecutivos de violência interétnica na capital de Xinjiang o governo chinês decidiu implantar um cordão de segurança para isolar os bairros uigures dos bairros habitados pela população Han. Os conflitos entre etnias são habituais naquela que é a maior província chinesa onde vivem 20 milhões de habitantes, na sua maioria muçulmanos. Entretanto o responsável máximo do partido Comunista na Região autónoma, Li Zhi, afirmou que o Governo irá executar aqueles que forem considerados culpados de assassínios durante os motins. A violência, que teve início domingo passado, já fez mais de 150 mortos e muitas centenas de feridos. As autoridades chinesas detiveram mais de 1.400 pessoas. Esta quarta-feira persistia um clima de incerteza na cidade com a ocorrência de actos de retaliação e vingança esporádicos entre membros das duas maiores etnias da região. A instabilidade levou mesmo o chefe de Estado Hu Jintau a regressar mais cedo que o previsto de uma visita a Itália para lidar com a crise. O presidente chinês quer resolver a situação rapidamente e foi obrigado a adiar uma visita programada a Portugal.
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