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Autoridades chinesas restringem movimentos da população em Urumqi

Autoridades chinesas restringem movimentos da população em Urumqi
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Pequim está empenhada em não perder o controlo da situação e Xinjiang.

As autoridades chinesas mantêm uma vigilância apertada sobre a comunidade muçulmana uigur. Depois de cinco dias de violência e protestos algumas mesquitas de Urumqi foram impedidas de abrir as portas e os fiéis induzidos a não permanecer nas ruas. “eles disseram-nos que a segurança é essencial e que devemos acabar de rezar rapidamente, e ir para casa descansar. Parece uma brincadeira”, disse um cidadão da etnia uigur. “Eu não quero falar sobre o que se passa porque tenho medo dos chineses, dos chineses Han. Tenho medo do Governo”, acrescentou um outro. Pequim não se pode dar ao luxo de perder a influência na vasta província autónoma que, para além de rica em petróleo e gás natural, ocupa uma posição estratégica fronteiriça junto a países como a Rússia, a Mongólia ou o Afeganistão. A forte presença policial nas ruas de Urumqi têm para já conseguido conter a onda de violência interétnica mais grave das últimas décadas. Mas para muitos, depois dos protestos maciços ocorridos no Tibete há 18 meses, a instabilidade em Xinjiang é um sinal inequívoco do falhanço da política chinesa para as minorias.
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