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China encerra mesquitas

China encerra mesquitas
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Muitas mesquitas permanecem encerradas, na cidade chinesa de Urumqi, apesar de a sexta-feira ser um dia importante na liturgia muçulmana.

A medida, aparentemente, destina-se a evitar a repetição das cenas de violência que, no domingo, provocaram 156 mortos, na capital da região de Xinjiang. Os fieis não se conformam com esta restrição, com diz um deles, à porta fechada da mesquita: “Agora era a oração da manhã, a oração de sexta-feira, mas não podemos orar. Não podemos orar hoje, não podemos entrar na mesquita”. Nas portas das mesquitas está afichado um prospecto que incita as pessoas a regressarem a casa, onde devem fazer as suas orações de sexta-feira. Para desencorajar eventuais confrontos, as autoridades colocaram nas ruas um ostensivo dispositivo militar. Apesar das mesquitas encerradas, as autoridades regionais dizem a vida religiosa se deve desenvolver, com normalidade. Os orgãos dirigentes do Partido Comunista, sob a presidência de Hu Jintao, reflectiram sobre a situação criada no noroeste do país e prometeram punir os responsáveis.