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G-8 multiplica-se

G-8 multiplica-se
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Terminou, em Itália, a cimeira do G-8 a que se associaram outras economias emergentes. O documento final promete medidas para superar a crise, mas os resultados sobre a redução do aquecimento global foram escassos.

No plano estritamente político, ficou o aperto de mão entre Obama e o lider líbio, Muahmar Kadhafi que, pelo primeira vez, se encontrou com um presidente norte-americano. Terminado o apoio a actividades terroristas, a Líbia regressou ao convívio da comunidade internacional, mas isso não eliminou as desconfianças em relação ao seu lider. A família G-8 pode ser alargada. A proposta partiu dos presidentes francês e brasileiro. Nicolas Sarkozy e Lula da Silva querem institucionalizar o G-14. Isto é, o G-8, mais o Brasil, a India, a China, o México, a Africa do Sul e o Egipto. O G-14 deve começar a reunir-se, formalmente, a partir de 2011. Para convencer os mais ricos, Lula da Silva distribuiu camisolas da selecção brasileira. O México propôs a criação de um fundo verde, para ajudar os emergentes a criarem economias limpas. Tudo para que, até 2020, se consiga uma redução de 20 por cento das emissões poluentes.
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