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Segundo dia de Obama na China dominado por temas económicos

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Segundo dia de Obama na China dominado por temas económicos

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Ao segundo dia da visita de Barack Obama à China, as questões económicas continuaram em cima da mesa. Obama quer resolver o desequilíbrio da balança comercial entre os dois países e pediu a valorização da moeda chinesa.

Já os direitos humanos foram relegados para segundo plano. O recentemente consagrado Nobel da Paz fez uma breve alusão às minorias, apelando à retoma do diálogo com o Tibete. Obama fez, esta terça-feira, uma pausa na agenda diplomática para ver um dos locais mais visitados de Pequim, a Cidade Proibida. O presidente americano vestiu o papel de turista e afirmou querer repetir a viagem. “Claro que na minha primeira visita queria ir a Xangai e a Pequim. Espero que na próxima vez consiga ver outras zonas do país.” Barack Obama quis deixar a sua marca em Pequim e surpreendeu os chineses pouco habituados a políticos descontraídos e sorridentes. O bom humor do americano contribuiu para sustentar as promessas de cooperação entre as duas potências. Obama e Hu Jintao querem trabalhar juntos na luta contra o aquecimento global e contra a eventual ameaça nuclear da Coreia do Norte e do Irão. Depois da China, o presidente norte-americano segue para a Coreia do Sul.