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Suspense sobre participação do Togo na Taça de África das Nações

Suspense sobre participação do Togo na Taça de África das Nações
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É o braço-de-ferro entre a selecção do Togo e o governo. A poucas horas da abertura da Taça de África das Nações, que decorre em Angola, não se sabe se o Togo participa.

O presidente togolês deverá decidir, durante a tarde. O governo quer que a selecção abandone; os Gaviões teimam em participar, “em memória dos mortos”, no ataque em Cabinda. Na sexta-feira, ao passar a fronteira entre o Congo-Brazaville e Cabinda, a delegação togolesa foi alvo de um ataque armado.

Pelo menos duas pessoas morreram: o treinador-adjunto, Abalo Amelete, e o responsável de comunicação, Stansilas Ocloo. Um comunicado da federação togolesa de futebol, que também dava conta da morte do motorista, não foi ainda confirmado por Luanda. Entre os feridos, encontra-se o guarda-redes, Kodjovi Obilalé, operado sábado à noite, em Joanesburgo.

O ataque foi reivindicado pela FLEC-PM, Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Posição Militar. O grupo dissidente da FLEC-FAC, Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda, garantiu que “as armas vão continuar a falar”.

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