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Presidência rotativa espanhola quer impulsionar a economia europeia

Presidência rotativa espanhola quer impulsionar a economia europeia
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O que têm em comum a crise económica, a igualdade entre sexos, a situação de Cuba e uma Europa bicéfala? A resposta é a presidência espanhola da União.

Como sabem, a Espanha tem a honra e a responsabilidade de liderar a UE. O que muda é que, os 27 países não vão ter um único timoneiro, mas dois: Zapatero e Rompuy. Oxalá se entendam porque, segundo o economista Santiago Niño Becerra, vai haver um crash económico em 2010. Esperos que se engane.

Nesta edição especial sobre a presidência espanhola, apresentamos uma análise sobre a situação económica da Europa.

Em Espanha, as filas de desempregados são longas. No final de dois mil e nove registavam-se quase quatro milhões de pessoas sem emprego. É um número histórico para Espanha e o mais elevada da zona euro.

Segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento na Europa, no passado Outono, em Espanha, a taxa de desemprego atingiu os 19.4 por cento, enquanto que a média dos 16 países da zona do euro se situou no 9.8 por cento, de acordo com os números do Eurostat.

A recuperação económica europeia e a criação de emprego ocupa por isso o primeiro lugar na lista de prioridades da presidência espanhola. A preocupação de Madrid fui partilhada pelos responsáveis comunitários numa reunião no dia 8 de Janeiro na capital espanhola.

O presidente do Conselho da Europa, Van Rompuy assume:

“Temos de fazer face a dois grandes desafios, que exigem um compromisso total da UE ao mais alto nível , se queremos ter sucesso: a crise económica e as alterações climáticas.”

A UE está cada vez mais frágil em termos económicos. Com um por cento de crescimento, dificilmente vai poder manter o modelo social. Um dado agravado pelo facto de a China ter acabado de arrebatar à Alemanha o título de primeiro exportador mundial.