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Kathryn Bigelow faz história nos Óscares

Kathryn Bigelow faz história nos Óscares
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Foram necessários 82 anos para uma mulher subir a este palco e ganhar o Óscar de Melhor Realização. Kathryn Bigelow convenceu com o filme “Estado de Guerra” e conquistou seis estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Argumento Original.

Uma película de baixo custo que venceu o filme mais caro da história do cinema, “Avatar” – do ex-marido, James Cameron – que se limitou a três Óscares em categorias técnicas.

“Estado de guerra” não venceu nas bilheteiras, mas convenceu a crítica. Conta a história de três soldados americanos que desmantelam bombas no Iraque. Câmara ao ombro, o filme reclama uma estética próxima do documentário e foi escrito por um jornalista que passou meses no Iraque.

Um dia depois de ter recebido o “Razzie” de pior actriz do ano por “All About Steve”, Sandra Bullock vingou-se e conquistou o primeiro Óscar da carreira. Foi considerada a Melhor Actriz pela interpretação em “Um Sonho Possível”, de John Lee Hancock. Uma história verídica sobre uma família branca que ajuda um jovem negro a sair da rua e a tornar-se um sucesso no futebol americano.

Jeff Bridges foi considerado o melhor actor graças a “Crazy Heart”. Aos 60 anos e após cinco nomeações, Bridges convenceu a Academia com o seu papel de um cantor de “country” em fim de carreira. Um filme de Scott Cooper, que já lhe tinha valido o Globo de Ouro. Ironia da história, Bridges começou por recusar fazer o filme.

A maior surpresa da noite foi para o Melhor Filme Estrangeiro. O argentino “El Secreto de Sus Ojos”, de Juan José Campanella, destronou os favoritos: “O Laço Branco”, de Michael Haneke, e “Um Profeta”, de Jacques Audiard.

“El Secreto de Sus Ojos” relata a sede de justiça sentida por muitos argentinos, 25 anos depois do fim da ditadura.

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