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Acordo franco-alemão inclui FMI na ajuda à Grécia

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Acordo franco-alemão inclui FMI na ajuda à Grécia

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A solidariedade europeia tem limites e a solução da crise grega passa também pelo FMI. O primeiro-ministro grego, George Papandreu, veio a Bruxelas à procura da ajuda europeia e foi acolhido por acordo franco-alemão, que acaba por ser uma via de compromisso.

Atenas precisa nos próximos dois meses de 20 a 30 mil milhões de euros para financiar a dívida pública e as condições do mercado não são as melhores.

Há semanas que a União Europeia tenta definir o mecanismo de ajuda à Grécia e a proposta, agora na mesa, têm em conta as exigências alemãs.

A chanceler Angela Merkel prefere uma ajuda combinada entre empréstimos bilaterais europeus e uma forte intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI), num valor total de 35 mil milhões de euros.

Os líderes europeus terão de analisar a proposta franco-alemã na cimeira iniciada esta tarde, mas há ainda questões em aberto como explica o correspondente Sergio Cantone: “Há ainda um pormenor importante: Quando é que a Grécia vai ter as ajudas à disposição? Atenas gostaria que fosse rapidamente, mas outros países, defensores do rigor orçamental, exigem que, antes, os gregos façam esforços adicionais e enfrentem sozinhos as difíceis condições do mercado financeiro”.