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UE está atrasada na implementação de número de alerta para crianças desaparecidas

UE está atrasada na implementação de número de alerta para crianças desaparecidas
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A Europa ainda têm muito a fazer para melhorar o sistema de alerta em caso de desaparecimento de crianças. Uma constatação amarga no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, comemorado pela Federação europeia “Missing Children”.

A organização milita para a implementação, no mínimo, de um número de urgência europeu. Mas três anos depois da criação, o “116 000” está operacional em apenas 11 dos Vinte e Sete Estados membros. Bruxelas lamenta, tal como o presidente da organização, Francis Jacobs: “Atingimos agora um total de 11 países onde o número está operacional. Mas claro, temos de implementá-lo nos Vinte e Sete Estados membros. Gostaríamos também de alargá-lo para lá da União, para países como a Suíça, por exemplo. Sabemos, devido a experiências infelizes, que as primeiras horas são cruciais para encontrar uma criança. Se há uma ameaça para a vida da criança ela ocorre nas primeiras horas após o desaparecimento. Por isso, a primeira coisa a fazer é contactar os serviços de emergência e o número de alerta”.

A França era até agora o único país europeu com um sistema de alerta rapto, semelhante ao americano “Amber” e que mostrou ser eficaz.
Portugal, Chipre, Grécia e Itália lançaram em Abril as bases do sistema automatizado europeu de alerta rapto de crianças e o Reino Unido lançou hoje o seu próprio projecto-piloto. O público britânico será chamado a colaborar com as autoridades, num país onde desaparecem quase 400 crianças todos os dias.

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