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BP acusada de ter ignorado sinais de alerta no Golfo do México

BP acusada de ter ignorado sinais de alerta no Golfo do México
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A BP ensaia hoje um novo método para colmatar a fuga de crude no Golfo do México, num momento em que a companhia se encontra seriamente manchada pela amplitude do desastre ecológico.

Um relatório interno da petrolífera, divulgado ontem por dois deputados norte-americanos, revela que a BP ignorou três sinais de alerta, horas antes da explosão da plataforma petrolífera.

Sem conseguir estancar as críticas, a companhia vai tentar selar a fuga, a 1600 metros de profundidade com a injecção de cimento dentro do poço de petróleo. Uma técnica que tem 50% de possibilidades de êxito, segundo os especialistas.

O presidente executivo da BP lembra que, “se a fuga fosse em terra seríamos mais optimistas. Mas a 1600 metros de profundidade temos que considerar as dificuldades das manobras no meio aquático”.

O presidente Barack Obama deverá anunciar, na próxima quinta-feira, o reforço das medidas de controlo sobre as instalações petrolíferas.

Um relatório da administração norte-americana, publicado ontem, dá conta da cumplicidade entre a indústria petrolífera e as agências responsáveis pela regulação do sector.

Mais de 22 mil pessoas e 1200 navios tentam, desde finais de Abril, limitar o impacto da maré negra sobre aquela que é uma das maiores reservas piscícolas dos Estados Unidos.

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