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Activistas presos denunciam maus tratos

Activistas presos denunciam maus tratos
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Os activistas do comboio humanitário que pretendiam chegar a Gaza começaram a ser repatriados pelas autoridades israelitas.

É um grupo de 48 pessoas que a justiça de Israel decidiu libertar de imediato. Uma delas chegou a Istambul, depois de ter sido presa, com um filho pequeno. Garante que não vai desistir.

“Eu estava apreensiva apenas pelo meu filho. Ele é muito novo e espero que esqueça o que aconteceu. Mas se organizarem no futuro outra operação, não hesitarei em participar com o meu filho”, relata a activista.

Os participantes eram de diferentes nacionalidades. Todos dizem que não havia armas ou munições a bordo, como tem sido dito pelo exército de Israel. Denunciam o tratamento que receberam que não terá sido o melhor.

Um cidadão grego falou mesmo de choques eléctricos.“A violência exercida contra nós foi física e psicológica. Algumas das pessoas do nosso navio foram sujeitas a electrochoques, aplicaram-lhes injectores nas cabeças e, quando nos sentaram em terra, filmaram-nos para nos humilharem”, conta.

A bordo, havia também cidadãos germânicos que já estão em solo alemão. Nas prisões de Israel permanecem mais de 400 activistas presos. E há 45 hospitalizados.