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Israel alarga acção da comissão de inquérito, mas mantém limites

Israel alarga acção da comissão de inquérito, mas mantém limites
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O executivo israelita decidiu alargar os poderes da comissão de inquérito que investiga o ataque à frota humanitária no final de Maio.

A decisão vai permitir, por exemplo, que sejam chamadas a depor várias pessoas. Mas em termos práticos as limitações mantêm-se.

A comissão não pode responsabilizar os políticos ou militares que decidiram avançar sobre a flotilha e os dois observadores internacionais, que integram o grupo, continuam a não ter direito de voto.

Uma especialista em Direito Internacional explica: “Queremos saber quem deu as ordens ou – ainda que não o tenha feito – estivesse em condições de saber o que ia acontecer e nada fez para o evitar. Estas questões continuam a estar vedadas à comissão apesar de ter mais poderes. Por isso, de certa forma podemos falar de um avanço, de uma investigação mais fiável e efectiva. No entanto, as limitações mantêm-se.”

A frota humanitária foi atacada por soldados israelitas em águas internacionais, quando se dirigia para Gaza.

Nove activistas morreram e dezenas ficaram feridos.

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