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BP e Lockerbie assunto explosivo no encontro Cameron/Obama

BP e Lockerbie assunto explosivo no encontro Cameron/Obama
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A libertação pelo governo escocês do líbio Abdelbaset Al-Megrahi, apontado como responsável pelo atentado de Lockerbie, transformou-se num assunto de peso no primeiro encontro oficial entre primeiro-ministro britânico e o presidente dos Estados Unidos.

David Cameron insistiu que a British Petroleum não teve qualquer influência na decisão escocesa de libertar o responsável que matou, em 1988, 270 pessoas.

“Em termos de um inquérito, não me parece que precisemos de uma investigação no Reino Unido, provavelmente por esta razão: não preciso de um inquérito para me dizer o que foi uma decisão errada. Foi uma má decisão. Não acho bem que seja mostrada qualquer tipo de compaixão por um assassino desse género”, declarou Cameron

Condenado à prisão perpétua em 2001 pela explosão de um avião da companhia aérea americana Pan Am sobre a cidade escocesa de Lockerbie, Al-Megrahi foi libertado por motivos humanitários, já que sofre de câncer de próstata em estado terminal.

Cameron negou as acusações de que a libertação do líbio tenha sido resultado de lobby da petrolífera britânica BP, e refere que a empresa tem é de ser responsabilizada pelo pior desastre ambiental da história americana, após a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México, deve ocupar-se a limpar e a pagar as indeminzaçoes às vítimas.

A maré negra já custou ao grupo britânico 3,95 mil milhões de dólares. A soma inclui os gastos do grupo para conter e limpar o petróleo derramado e as indemnizações pagas aos Estados e às autoridades federais.

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