Última hora
This content is not available in your region

Ritmo alucinante de catástrofes naturais

Ritmo alucinante de catástrofes naturais
Tamanho do texto Aa Aa

As catástrofes naturais com consequências trágicas para diferentes populações no Planeta são a actualidade em destaque nas últimas semanas.

No Paquistão, 15 milhões de pessoas foram afectadas pelas inundações que sumergiram o país.

Houve mil e 600 mortos e 550 mil hectares de capos de cultura alagados.

A ONU considera esta catástrofe, em termos materiais, pior que o tsunami de Dezembro de 2004.

A Índia e a China também estão afundadas em água e lama. Em Guansu, província no noroeste , as mortíferas as chuvas diluvianas causaram a morte a mais de 700 pessoas e 1.042 estão desaparecidas nos desmoronamentos. Desde o início do ano que toda a China está a ser afectada e milhares de pessoas já morreram.

Na Rússia, o inferno das chamas, do calor e do fumo, é o pior de sempre. Se por um lado, o Kremlin sempre deu pouca atenção à prevenção do aquecimento global, nomeadamente pela redução na emissão de CO2 e desmantelou o serviço de protecção florestal, por outro, culpa o clima pela inevitabilidade da tragédia.

Dmitri Medvedev, depois de arderem 14 regiões russas reconheceu publicamente, que o que está acontecer com o clima deste planeta é uma chamada de atenção para todos, chefes de Estado e líderes de organizações, no sentido de uma nova abordagem do aquecimento global.

Um imenso bloco de gelo, quatro vezes maior do que a ilha de Manhattan, desprendeu-se do glaciar polar na Groenlândia.

A velocidade a que fundem os glaciares que depois vão para o marafectam directamente a subida de nível dos oceanos.

Nos últimos anos, e por causa do aquecimento global, o hemisfério norte derreteu a um ritmo alucinante, segundo o relatório do Conselho Ártico em 2009.