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Greve em França contesta "reforma injusta em particular para as mulheres"

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Greve em França contesta "reforma injusta em particular para as mulheres"

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Os franceses voltam às ruas para protestar contra a reforma do sistema de pensões.

Esta tarde em Paris, a marcha começou na Bastilha.

Os sindicatos afirmam que a mobilização é tão grande como a de 7 de Setembro. A polícia diz que a meio do dia havia 410 mil pessoas nas ruas, menos 40 mil que há vinte dias.

A 14 de Setembro, o parlamento francês aprovou a nova idade da reforma, 62 anos. Pensão completa, sem 40 anos de descontos, só a partir dos 67 anos.

Estas alterações vão permitir arrecadar 20 mil milhões de euros em 2018, menos de metade do défice do sistema de pensões.

O objectivo é influenciar o debate do senado. A lei é particularmente injusta para a maioria das mulheres que têm carreiras mais curtas por terem cuidado dos filhos e terão de trabalhar até aos 67 anos”, afirma Charles Pellotieri, líder sindical da SFDT, em Marselha.

Amanhã, os sindicatos reúnem-se para debater o próximo passo. Em cima da mesa está a possibilidade de convocar um novo protesto.