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Greenpeace critica decisão do governo húngaro de reabrir fábrica de alumínio

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Greenpeace critica decisão do governo húngaro de reabrir fábrica de alumínio

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As associações ambientais condenam a decisão do governo húngaro de reabrir a fábrica de alumínio.

As autoridades autorizaram a população a regressar a Kolontar, uma das aldeias mais afectadas pelo derrame de lama tóxica que matou nove pessoas há duas semanas.

A Greenpeace diz que se trata de uma atitude irresponsável.

Do ponto vista ambiental foi a pior catástrofe de sempre no país.

Mas um analista húngaro considera que do ponto de vista económico o impacto é limitado.

Zoltan Torok, do Banco Raiffeisen, diz que “os estragos não ultrapassam os cem milhões de euros o que não é suficiente para desequilibrar o orçamento húngaro”.

Além das vítimas mortais, mais de cem pessoas ficaram feridas, com queimaduras, além do stresse psicológico.

Um responsável da Academia das Ciências da Hubgria minimiza o impacto ambiental do desastre.

O cientista afirma que após a limpeza da área não deverá haver problemas para a saúde das pessoas.

O governo húngaro considerou que cabe às pessoas afectadas decidir se querem regressar a casa.

A fábrica de Kolontar emprega sete mil pessoas.