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Inflação chinesa sobe para máximos de 25 meses

Inflação chinesa sobe para máximos de 25 meses
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A China está a sofrer o que as potências ocidentais acreditam ser os efeitos do yuan fraco.
 
A inflação subiu para um máximo de 25 meses, com os empréstimos dos bancos a subirem acima das previsões. Em Outubro, a subida anual dos preços foi de 4,4%.
 
A pressão sobre a China para que tenha políticas monetárias mais flexíveis é um dos pontos quentes desta cimeira do G20. O secretário do Tesouro, Tim Geithner, aproveitou a ocasião para voltar a criticar as políticas chinesas.
 
Geithner diz que a china não pode continuar a resistir, durante muito mais tempo, às pressões dos mercados sobre o yuan, sem que isso provoque um aumento na inflação e uma subida no preço dos activos.
 
O banco central chinês tomou, no mês passado, a decisão de subir a taxa de juro de referência, o que não acontecia há três anos.
 
Outra medida do Banco Central tem a ver com as reservas de dinheiro que os bancos são agora obrigados a pôr de parte, que estão agora a nível recorde.
 
O país continua com fortes excedentes comerciais, o que para muitos está na origem dos problemas de liquidez.