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Egito: Irmandade Muçulmana diz que reforma proposta pelo poder é insuficiente

Egito: Irmandade Muçulmana diz que reforma proposta pelo poder é insuficiente
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A Irmandade Muçulmana considera “insuficientes” as propostas de reforma do regime egípcio para tentar sair da crise.

A formação ilegalizada em 1954 debateu pela primeira vez publicamente com o vice-presidente Omar Suleimane, num encontro em que participaram também outros partidos da oposição e figuras independentes.

A discussão permitiu um acordo para a criação, até ao início de Março, de uma comissão que irá preparar as emendas constitucionais.

Mas um dos opositores que participou no diálogo sublinhou que Suleimane rejeitou um pedido para assumir os poderes do presidente Hosni Mubarak.

A recusa do chefe de Estado em abandonar o cargo era precisamente a razão avançada antes pela Irmandade Muçulmana como impedimento às negociações.

Este sábado, foi anunciada a demissão da cúpula dirigente do partido de Mubarak, apesar deste se manter à frente da formação.

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