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Estrangeiros criticam excesso de otimismo do governo japonês

Estrangeiros criticam excesso de otimismo do governo japonês
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Centenas de pessoas estão abandonar as zonas de risco. A falta de combustível impede o recurso aos automóveis. Os transportes públicos são, por isso, a única alternativa.

Estes passageiros deixaram a região de Fukushima, após o alerta de uma fuga radioativa.

“Era suposto usar luvas, passar toalhetes no rosto e cobrir todas as partes do corpo. Estas pessoas estão prestes a ser sacrificadas inutilmente. É isso que sinto. Mas os japoneses confiam cegamente nas autoridades e demonstram uma atitude muito positiva” afirma um jovem francês.

Pouco otimistas estão os estrangeiros que acorrem aos aeroportos de Tóquio na esperança de conseguir um voo para deixar o país.

O governo japonês insiste que as pessoas na capital não correm qualquer risco, mas muitos preferem prevenir.

Uma mulher afirma: “decidimos deixar Tóquio antes que se torne caótico. Pensamos que é melhor ir embora.”

Portugal, à semelhança de outros países europeus, desaconselham viagens para o Japão.

Muitos decidiram antecipar o regresso a casa:

Um jovem argentino diz que “toda a gente quer deixar o país. Com o tsunami, se estiver no centro do Japão ou em Tóquio não há problema. Mas às radiações não é possível escapar porque não se vêem.”

Devido à radioatividade, a Lufthansa está a passar a pente fino os aviões que regressaram do Japão, os voos com destino a Tóquio estão a ser encaminhados para Osaka.

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