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A ameaça nuclear de Fukushima

A ameaça nuclear de Fukushima
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O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, assegurou hoje que os japoneses irão novamente reconstruir o Japão.

Oito dias depois do sismo e do tsunami que causaram 6405 mortos confirmados, 10.259 desaparecidos, 2409 feridos e danificaram a central nuclear de Fukushima, o Japão continua a tentar evitar um desastre nuclear.

Após um encontro com Naoto Kan, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica, disse que foi iniciada uma corrida contra o tempo para arrefecer os reatores da central nuclear.

Apesar de ter sido já aventada a hipótese de selar os reatores com areia e betão armado, como foi feito em Chernobyl, as autoridades japonesas recomeçaram as operações destinadas a arrefecer o combustível do reator 3 da central com a ajuda de camiões cisterna equipados com canhões de água.

Entretanto, a agência de segurança nuclear japonesa subiu hoje de 4 para 5, o nível do acidente nuclear de Fukushima. A escala dos incidentes nucleares e radiológicos vai até 7.