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ONU "sem palavras" face à violência no Iémen

ONU "sem palavras" face à violência no Iémen
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A primeira reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a revolta no Iémen terminou sem qualquer declaração comum.

Desde o início da contestação ao regime, há três meses, morreram cerca de 130 pessoas. Esta terça-feira, a polícia tentou dispersar à força outro protesto na capital. Resultado: dois mortos e 30 feridos.

As manifestações e cenas de violência repetiram-se noutras cidades, como Ibb, Aden e Chabwa, no sul e sudeste, Hodeida, no oeste, Damar no centro e Saada no norte.

Em Taiz, no sudoeste, uma pessoa morreu e várias ficaram feridas quando as forças de segurança abriram fogo contra a multidão, de acordo com testemunhos.

Nas ruas os manifestantes exigem a queda do presidente Ali Abdallah Saleh, no poder há 32 anos. Nos bastidores diplomáticos, os países que integram o Conselho de Cooperação do Golfo tentam encontrar uma saída para a crise. Esta terça-feira, em Abou Dhabi, os mediadores começaram a ouvir uma delegação do regime iemenita, depois de terem falado com representantes da oposição no domingo.