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UE e NATO planificam missão humanitária militarizada em Misrata

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UE e NATO planificam missão humanitária militarizada em Misrata

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Os rebeldes líbios afirmam ter ganho terreno na cidade sitiada de Misrata, num momento em que os militares norte-americanos reconhecem que o conflito parece ter chegado a um impasse.

Os combates desta noite na cidade do Oeste da Líbia provocaram dezenas de mortos nos dois campos, com as forças fiéis a Kaddafi a serem acusadas de recorrer a franco-atiradores e a bombas de fragmentação.

Desde o início do cerco a Misrata há dois meses que mais de mil pessoas teriam morrido e mais de três mil ficado feridas na terceira cidade do país.

Os rebeldes afirmam também ter ganho terreno junto à fronteira tunisina, há medida que ensaiam uma nova frente para tomar Tripoli.

O regime líbio acusou a aviação da NATO de voltar a atingir civis durante o bombardeamento de Sirte, a cidade-natal de Kaddafi.

A televisão pública difundiu estas imagens de vários alegados funcionários de empresas estatais atingidos pelos bombardeamentos.

A intervenção estrangeira parece entrar numa nova fase, cada vez mais perto do solo, mas excluindo para já uma operação terrestre.

Os Estados Unidos decidiram enviar dois aviões não tripulados Predator, armados de mísseis Hellfire, para melhorar a precisão dos bombardeamentos.

A União Europeia e a NATO discutem a possibilidade de enviar uma missão humanitária militarizada para assistir os habitantes de Misrata.

A informação foi avançada pela diplomacia francesa apesar das reticências da ONU sobre a possibilidade de criar um corredor humanitário marítimo quando os combates prosseguem em Misrata.