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Origem da bactéria E.coli continua indefinida

Origem da bactéria E.coli continua indefinida
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As investigações para apurar a origem do surto de diarreias mortais provocadas pela bactéria E.coli voltaram à “estaca zero”.

As autoridades sanitárias de Hamburgo reconheceram ter errado ao supor que os pepinos de origem espanhola poderiam ser a fonte do problema.

O Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos anunciou, entretanto, o desenvolvimento de um novo teste para detetar a bactéria nos alimentos, numa altura em que o problema assume proporções europeias.

“De acordo com as últimas informações disponíveis vindas da Alemanha a surto aparenta estar em declínio. Nos últimos dias foram hospitalizadas menos pessoas. É preciso lembrar que se estão a fazer esforços para encontrar a causa da contaminação. Por isso, consideramos desproporcionada a proibição da venda de qualquer produto”, diz John Dalli, Comissário Europeu para a Saúde e Defesa do Consumidor.

O Governo alemão aconselhou os cidadãos a não consumirem legumes crus, numa altura em que as autoridades espanholas falam em prejuízos incalculáveis para o setor agrícola.

À semelhança da Holanda, a ministra espanhola da agricultura, Rosa Aguilar, reclama compensações da União Europeia e pondera apresentar queixa contra Hamburgo: “Queremos que a Alemanha assuma as responsabilidades, pelos danos injustos que afetaram os nossos produtos. Vamos zelar para que o comércio espanhol seja devidamente compensado, em função dos danos, que são consideráveis. Por outro lado, precisamos recuperar o setor do comércio.”

A forma agravada da doença, que ataca os rins e o sangue e destrói os glóbulos vermelhos, leva, em última instância, à morte. Até ao momento 17 pessoas sucumbiram.

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