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Síria: Amnistia geral não seduz oposição nem americanos

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Síria: Amnistia geral não seduz oposição nem americanos

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A amnistia geral decretada pelo presidente sírio, Bachar al-Assad, não convenceu ninguém:

Hilary Clinton, foi mais dura do que nunca com o regime sírio, após ter tido conhecimento da alegada tortura, mutilação e morte de um rapaz de 13 anos, cujo cadáver foi devolvido à família.

“Creio que o que isso simboliza para muitos sírios, é o falhanço absoluto de qualquer esforço do governo sírio para dialogar e para ouvir o próprio povo”, sublinhou Hilary Clinton

Por outro lado, a oposição síria, reunida em Antalya na Turquia já reagiu à decisão presidencial, considerando-a uma medida “insuficiente” e “tardia”.

“O meu pai está preso, e não sabemos se ele vai ser libertado ou não. Sou advogado e quando li o decreto não consegui encontrar algum sentido legal, porque é muito vago e complica muito as coisas”, denunciou um dos opositores de al-Assad.

A televisão estatal síria esclareceu que a amnistia consiste no perdão de metade da pena, sempre e quando não exista uma denúncia interposta por um indivíduo.