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Nova perícia pode inocentar Amanda Knox

Nova perícia pode inocentar Amanda Knox
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O caso Amanda Knox conheceu novos desenvolvimentos.
 
Uma perícia independente pôs agora em causa as provas que serviram para condenar a jovem norte-americana em Itália pelo assassínio da companheira de casa, em 2009.
 
Amanda e o namorado italiano Raffaele Sollecito foram condenados a 26 e 25 anos de prisão pela morte da britânica Meredith Kercher, com quem dividia o apartamento.
 
A nova análise diz que o ADN encontrado na arma do crime, uma faca, pode ter sido fruto de uma contaminação e a recolha das amostras não foi feita segundo os procedimentos adequados.
 
São dados que trazem uma nova esperança para a defesa de Knox. O segundo julgamento está programado para o próximo mês.
 
No primeiro processo, o tribunal de Peruggia considerou que o casal matou Kercher, na sequência de um jogo sexual que descarrilou.

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