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Grécia vai receber mais 160 mil milhões de euros

Grécia vai receber mais 160 mil milhões de euros
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Um Fundo Monetário Europeu e um plano Marshall europeu. Eis algumas das expressões utilizadas pelos líderes da zona euro para qualificar o acordo conseguido na cimeira extraordinária desta quinta-feira, em Bruxelas.
 
O segundo pacote de ajudas à Grécia será de quase 160 mil milhões de euros, financiados pela zona euro, pelo FMI e pelos bancos e outros credores privados da Grécia.
 
O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, resumiu: “Melhorámos a sustentabilidade da dívida grega, tomámos medidas para travar o risco de contágio e comprometemo-nos a melhorar a gestão da crise na zona euro”.
 
O acordo prevê que o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira possa comprar dívida pública grega aos investidores no mercado secundário. Uma exceção aberta apenas para a Grécia.
 
O primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, congratulou-se com as medidas: “Temos agora um programa e um pacote de decisões que vão criar um caminho sustentável para a Grécia e uma gestão sustentável da dívida. Isto vai acabar por traduzir-se não apenas no financiamento do programa, mas vai também significar o alívio da carga sobre o povo grego “.
 
O acordo prevê, também, que o fundo europeu possa dar à Grécia, Irlanda e Portugal empréstimos a taxas de juro mais baixas e com maturidades mais longas.
Quanto à  participação do setor privado no novo pacote de ajudas à Grécia poderá ser interpretada pelas agências de rating como um incumprimento seletivo da Grécia.
 

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