Última hora
This content is not available in your region

Síria não deverá ser alvo de intervenção militar internacional

Síria não deverá ser alvo de intervenção militar internacional
Tamanho do texto Aa Aa

As imagens que a televisão estatal síria emite sustentam os argumentos do governo: assinalam-se homens armados, organizados em milícias, que alegadamente atacam as forças militares.

No domingo, as tropas iniciaram uma investida maciça, invadindo várias cidades um dia antes do Ramadão. O balanço de mortos ultrapassa largamente a centena.

Só em Hama, o bastião dos rebeldes, contam-se mais de 20 civis mortos nos últimos confrontos. O presidente Bashar al-Assad aumenta, portanto, a repressão sobre os insurgentes.

O responsável pelas forças conjuntas americanas faz eco da posição de Barack Obama, sublinhando que a violência tem de parar, porque “o povo sírio procura uma nova forma de governo”, e porque “muitos países têm apelado a Assad para aceitar a mudança”.

Na verdade, ainda não há uma posição concertada, a nível internacional. Americanos e europeus defendem a condenação do regime de Damasco, mas a Rússia e a China bloqueiam uma declaração conjunta. A França veio esclarecer, pelo menos, que ao contrário da Líbia, não está prevista qualquer intervenção de natureza militar.