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Líderes mundiais reagem ao fantasma de uma nova recessão económica

Líderes mundiais reagem ao fantasma de uma nova recessão económica
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A angústia toma conta da economia mundial, perante os receios do que possa acontecer nos mercados internacionais esta segunda-feira.

O corte na notação da dívida pública norte-americana criou ondas de choque não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo.

Neste sentido, os líderes mundiais desdobraram-se em contactos para discutir a situação financeira global. A chanceler Angela Merkel manteve conversações com Barack Obama. O presidente francês falou com o primeiro-ministro britânico. O chefe de Governo italiano com o homólogo espanhol.

Os ministros das Finanças dos G20 também se reuniram em videoconferência e espera-se que os responsáveis pelas economias dos G7 entrem em contacto este domingo, podendo convocar uma reunião de emergência nos próximos dias.

No olho do furacão está o presidente dos Estados Unidos, que na sexta-feira testemunhou uma redução inédita na história da maior economia do mundo.

A agência de notação financeira Standard & Poor’s reduziu a nota dos Estados Unidos de AAA (a máxima) para AA+, motivada por receios quanto ao nível de endividamento.

A China, o maior credor dos Estados Unidos, recebeu com dureza a adoção de um plano para evitar que a economia norte-americana entrasse em default (incumprimento), considerando que não vai resolver os problemas da dívida.

A notícia do corte no “rating” dos Estados Unidos foi conhecida no rescaldo de uma semana negra. As atenções estão agora concentradas no comportamento dos mercados esta segunda-feira.

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