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Informações contraditórias sobre presença de exército sírio em Hama

Informações contraditórias sobre presença de exército sírio em Hama
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O regime sírio garante que o exército abandonou a cidade de Hama, símbolo da revolta popular. Mas fontes locais asseguram que muitos blindados se mantêm no terreno.

A Organização Nacional de Direitos Humanos da Síria revelou, entretanto, que a repressão de Bashar Al-Assad voltou a provocar vítimas. 50 pessoas foram mortas, esta quarta-feira, pelo exército nesta cidade situada no centro do país.

As tropas e os veículos blindados chegaram a Hama no final de julho para pôr termo às manifestações pró-democracia. Muitos habitantes foram mortos, outros obrigados a fugir.

O regime de Bashar Al-Assad permitiu, entretanto, que fossem recolhidas imagens daquilo que restou de Hama e responsabilizou grupos armados.

A ofensiva militar estende-se, agora, a outras cidades. Tropas e tanques foram vistos a entrar em Taftanaz e Sermin, a 30 quilómetros da fronteira com a Turquia. Os primeiros relatos dão conta de uma vítima mortal e de pelo menos 13 feridos.

A insurreição contra o regime sírio começou a 15 de março, desde então terão sido mortas mais de 2000 pessoas.

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