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Estado de alerta no Egito depois da fuga do embaixador israelita

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Estado de alerta no Egito depois da fuga do embaixador israelita

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Numa questão de horas, aquilo que começou como uma manifestação política desencadeou o estado de alerta no Egito e uma mobilização militar.

Vários ativistas invadiram a Embaixada de Israel no Cairo. O embaixador abandonou a capital egípcia, apesar de o próprio presidente americano, Barack Obama, ter apelado ao conselho militar no poder para que faça respeitar as normas internacionais.

No exterior da representação diplomática hebraica e do Ministério do Interior há relatos de mais de duas centenas de feridos. Alguns carros de polícia foram incendiados.

Um dos manifestantes garantiu que estava disposto a “morrer para fazer cair a bandeira de Israel”, na sequência do ataque do Tsahal na fronteira do Sinai, que resultou na morte de cinco guardas egípcios.

A revolta provocada por esse episódio acabou por deslocar os protestos pelas reformas democráticas, na praça Tahrir, para a Embaixada de Israel, onde os ativistas derrubaram parte do muro de proteção, mesmo perante a presença das autoridades.