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Troca de prisioneiros fortalece Hamas mas pode enfraquecer Abbas

Troca de prisioneiros fortalece Hamas mas pode enfraquecer Abbas
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A troca de prisioneiros que permite a libertação de Gilad Shalit significa também um reforço da posição do Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

É o primeiro grande sucesso para o movimento palestiniano, desde a vitória eleitoral sobre a Fatah de Mahmud Abbas em 2006.

O presidente da Autoridade Palestiniana ganhou uma posição de força depois da intervenção na Assembleia Geral da ONU, quando pediu o reconhecimento do Estado palestiniano.

Mas os seus aliados temem agora que a troca de prisioneiros estimule a “lógica de resistência” armada contra Israel, sobretudo face ao impasse nas negociações de paz, uma situação bloqueada nomeadamente pela expansão dos colonatos judaicos.

O porta-voz da Autoridade Palestiniana, Ghassan Al-Khatib, defende que “o último anúncio de novas residências de colonos em Belém salienta a insistência de Israel em desafiar a comunidade internacional e o Quarteto, que pediu o relançamento das negociações assente no congelamento das construções”.

Segundo o departamento de Estado norte-americano, o Quarteto para a Paz no Médio Oriente prevê encontros separados com responsáveis israelitas e palestinianos no próximo dia 26, para tentar preparar o terreno para o diálogo.

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